Club de
Itaporã

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ROTARY TEM PRIMEIRA EMPRESA CIDADÃ DO AGRONEGÓCIOS

ROTARY TEM PRIMEIRA EMPRESA CIDADÃ DO AGRONEGÓCIOS   O Presidente do Rotary Club de Itaporã – *Marciano Wolff*, entregou nesta terça-feira, dia 11/08/2020, um Banner do Programa Empresa Cidadã à primeira Empresa do Setor do Agronegócio, Fazenda Caracol, de propriedade do Empresário, José Calderan Bordin. Trata-se de um programa de contribuições para realizar doação de, no mínimo, mil dólares rotários, que são todas destinadas aos projetos humanitários da Fundação Rotária no Brasil e pelo Rotary International ao redor do Mundo. Ao entregar o banner o Presidente Marciano disse: “quero enfatizar a importância dessa adesão ao programa, pois essas atitudes e, principalmente, por ser a primeira do setor do agronegócio, vem   fortalecer a realização de projetos voltadas à nossa comunidade”. Finalizou Wolff. Ao aderir ao programa, a empresa recebe um selo eletrônico, que pode ser incluído em seus e-mails e website como chancela de sua responsabilidade social, bem como, o Clube e Distrito de Rotary divulgarão sua logomarca em todas as comunicações locais e distritais, colocando em local de destaque em todos os eventos do clube. Em nome da Fazenda Caracol, a nova empresa cidadã de Itaporã, falou seu proprietário: “pra mim que conheço os programas da Fundação rotaria, concretiza um objetivo antigo de que, as empresas do setor do agronegócios, pudessem participar do programa e retribuir a população um pouco daquilo que conquistamos ao passar dos anos”, falou José Calderan Bordin. A Fazenda Caracol vem se juntar a outras empresas que já aderiram ao programa em Itaporã, onde os recursos são geridos pela ABTRF-Associação Brasileira da The Rotary Foundation. Destinados a apoiar o financiamento de projetos sociais sustentáveis realizados por mais de 2.400 Rotary Clubs atuantes no território nacional.  

Postado em 11 de Agosto de 2020 por Rotary Club de Itaporã

ROTARY CLUB DE ITAPORÃ PARTICIPA DE LANÇAMENTO DIA MUNDIAL DE COMBATE A HEPATITE

ROTARY CLUB DE ITAPORÃ PARTICIPA DE LANÇAMENTO DIA MUNDIAL DE COMBATE A HEPATITE   O Rotary Club de Itaporã participou do Dia Mundial de Combate à Hepatite, através da plataforma zoom, pelo Presidente 2020-21 – MARCIANO WOLFF. A cerimônia aconteceu neste dia 28 de julho de 2020, das 12 às 16 horas (MS), a qual teve o objetivo de informar e sensibilizar a comunidade global sobre a hepatite B e a hepatite C, elencando ações preventivas, diagnóstico e tratamento. O ato teve a participação do Companheiro HUMBERTO SILVA, Criador do Projeto Hepatite Zero, o qual visa mobilizar mais de 200 países no mundo para a detecção, tratamento, vacinação e prevenção das Hepatites, assim como, o Presidente mundial do R.A.G (Rotarian Action Group) do Rotary para a luta contra as Hepatites Virais, com o apoio do Programa Falando Sobre Rotary. Foi um Mega Lançamento Mundial, que celebrou com grande destaque o Dia Mundial de Combate a Hepatite. Durante o evento aconteceu o Lançamento de um plano eficaz para viabilizar a eliminação da hepatite até 2030, conforme acordo assinado por 194 nações e Proposta de parceria efetiva entre o Grupo de Ação Rotary e as Comissões de Hepatite Zero espalhadas em vários países do mundo com seus respectivos Ministérios da Saúde. O MUNDO DEVE PARAR PARA DAR A DEVIDA ATENÇÃO AO COMBATE DA HEPATITE!!! http://rotaryclubdeitapora.org.br/home-clube #HepatiteZero #HepatiteZero2030 #ApoioFalandoSobreRotary #JuntosSomosMaisFortes #JuntosSomosPessoasEmAção #ORotaryAbreOportunidades #oRotaryConectaoMundo https://www.instagram.com/rotaryclubdeitapora/

Postado em 28 de Julho de 2020 por Rotary Club de Itaporã

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

ROTARY CLUB DE ITAPORÃ TEM NOVA EMPRESA CIDADÃ

O Presidente do Rotary Club de Itaporã – *Marciano Wolff*, entregou nesta quinta-feira, dia 16/07/2020, um Banner do Programa Empresa Cidadã à Farmácia de Itaporã – ULTRA POPULAR, dos Empresários, Barbara, Amélia e Dogmar Petek. Trata-se de um programa de contribuições para realizar doação de, no mínimo, mil dólares rotários, que são todas destinadas aos projetos humanitários da Fundação Rotária no Brasil e pelo Rotary International ao redor do Mundo. Ao aderir ao programa, a empresa recebe um selo eletrônico, que pode ser incluído em seus e-mails e website como chancela de sua responsabilidade social, bem como, o Clube e Distrito de Rotary divulgarão sua logomarca em todas as comunicações locais e distritais, colocando em local de destaque em todos os eventos do clube. Ao entregar o banner o Presidente Marciano disse: “quero agradecer a adesão dos empresários ao programa, pois essas atitudes comprometidas a sociedade é que poderemos realizar as ações voltadas para comunidade local”. Finalizou Wolff. Em nome da Ultra Popular, a nova empresa cidadã de Itaporã, falou um dos sócios: “Queremos participar desses programas para retribuir a população um pouco daquilo que nos proporcionou durante estes anos”, falou Dogmar Angelo Petek. A Farmácia Ultra Popular vem se juntar a outras empresas que já aderiram ao programa em Itaporã, onde os recursos são geridos pela ABTRF-Associação Brasileira da The Rotary Foundation. Destinados a apoiar o financiamento de projetos sociais sustentáveis realizados por mais de 2.400 Rotary Clubs atuantes no território nacional. Veja a noticia no Site Itaporanews   Veja no Site Itapora Agora: :

Postado em 16 de Julho de 2020 por Rotary Club de Itaporã

Wakanda Rotária: Jovens negros mostram sua força e sua voz no Rotaract

Enquanto o movimento pela valorização das vidas negras ganhava as ruas no Brasil e no mundo nos últimos meses, um grupo de associados do Rotaract, clube de Rotary voltado ao público jovem, se formava para mostrar a representatividade da população negra dentro do mundo rotário. Filipe Bento, Natália Lopes e Daniel Cerverizzo são de clubes e cidades diferentes, mas se uniram por meio do Twitter para criar um espaço em que os jovens negros do Rotaract pudessem ter apoio mútuo e visibilidade. “Existem diversos grupos (dentro do Rotaract): para vôlei, para direito, xadrez, lgbtqi+. Ou seja, existem diversos grupos, mas por que não um grupo para pessoas negras?”, questionava Natália. Com o mesmo sentimento e necessidades semelhantes, ela, Filipe e Daniel criaram em maio deste ano o Wakanda Rotária. Para quem não sabe, Wakanda refere-se a um país fictício do universo de heróis da Marvel, localizado na África subsaariana. Nação do herói Pantera Negra, Wakanda é o país mais avançado do mundo, social e tecnologicamente. Assim, a referência ao país fictício é carregada de simbolismo para os criadores do grupo do Rotaract. “Tem um termo que a gente usa que chama ‘afrofuturismo’, que é a ideia de se pensar o futuro com um recorte racial. E sempre que a gente fala sobre futuro, a gente tem que pensar em um futuro onde as questões raciais são deixadas de lado, não por negligência, mas porque elas não são mais necessárias. E o filme trouxe essa perspectiva para a gente do ponto de vista estético, onde a gente pode assistir uma obra e ver um futuro onde as questões raciais são ultrapassadas, são superadas”, explica Filipe. Se você não é negro e acha que essa questão de representatividade não é relevante, é melhor olhar os números e pensar de novo. O Brasil é majoritariamente uma nação formada por negros e pardos (56,10% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), mas eles são minorias em grupos considerados de elite como o Rotary e o Rotaract. No Rotaract, por exemplo, de um total de 8.366 associados brasileiros, apenas 657 se declaram como negros, ou seja, menos de 8% de seus membros. E esse fato faz uma grande diferença para as pessoas negras que já integram os clubes. “No ano passado, no último encontro paulista de Rotaracts, eu lembro que em alguma parte do evento, estavam eu e a Natália e eu falei para ela olhar ao redor e ver quantas pessoas afrodescendentes havia ali. E dava para contar nos dedos”, relembra Daniel. “Em um evento que abrange São Paulo e Rio de Janeiro, dar para você contar nos dedos de uma mão o número de afrodescendentes mostra que tem alguma coisa errada. A partir daquele momento, eu vi que a gente tinha que mudar esse cenário”, explica. Em época de pandemia, e com seus mais de 120 participantes espalhados em diferentes estados brasileiros, o Wakanda Rotária tem realizado seus eventos pela internet. Já foram dois debates, um com o tema “Movimento negro no Brasil: A História” e o outro com o tema “A cronologia das leis brasileiras e seu papel no curso da população negra no Brasil”. Os temas dos debates foram escolhidos por pesquisa de interesse feita entre os próprios membros do grupo. As “lives” têm atraído uma audiência formada por negros e brancos interessados em conhecer uma parte da história do Brasil que fica um tanto escondida no ensino tradicional de nossas escolas. “Tem muita coisa que não se aprende na escola ou que a família não ensina. São coisas que a gente tem que ir e correr atrás daquele ensinamento. Então, a gente sentiu que tinha essa necessidade”, destaca Natália. Além de passar um outro lado da história brasileira, os debates promovidos pelo grupo também visam a ajudar a população negra a entender e a ter maior apoio em situações que, infelizmente, são recorrentes em seu cotidiano. “Como eu vou saber se é racismo, se eu não tenho conhecimento sobre racismo? Como vou saber se é injúria, se eu não tenho conhecimento sobre injúria?, pergunta Natália. “Então, estamos trazendo esse conhecimento desde o início por meio das ‘lives’”. O grupo tem servido como importante base de apoio para seus membros, que agora buscam ajuda uns nos outros quando se veem em alguma situação incômoda gerada pela discriminação. “Depois da criação do grupo, eu me sinto mais seguro em abrir questões com os participantes. Perguntar se as pessoas já passaram por uma situação (semelhante)”, diz Daniel. Para ele, o Wakanda Rotária também deu maior visibilidade aos negros dentro do Rotaract. “Em relação aos outros rotaractianos, eles estão nos enxergando mais. Não somos mais pontinhos pretos soltos, agora, é um amontoado, a gente se uniu”, afirma. Sobre o movimento popular para a valorização das vidas negras, que deu o impulso para a criação grupo, os três acreditam que foi um importante momento de visibilidade midiática para a causa, mas que há questões muito mais profundas a serem atacadas. “Acho que essas ondas têm importância significativa, sim. Elas fazem a gente refletir. Principalmente quem não conseguia enxergar esses problemas na sociedade. Mas, de onde surge tudo isso, a gente não está nem perto de chegar nessas discussões ainda”, avalia Filipe. “Aqui no Brasil, a gente ainda não superou a escravidão. Aqui, a maior parte da nossa população mais pobre é também negra, e não é por acaso. Então, o Brasil tem o desafio gigantesco de se enxergar como nação que foi construída em cima de povos que foram escravizados. Assim como a Alemanha tem vergonha hoje do que foi o nazismo, a gente tem que ter essa vergonha do que foi o movimento escravagista aqui no Brasil, que é uma coisa que a gente está longe ainda de conseguir”, aponta. “Então, acho que essas pautas são importantes, elas trazem uma discussão pontual que é muito relevante, a gente reconhece o valor da discussão, mas, para a gente, está longe ainda, a gente não cria nem uma esperança de que vai mudar muita coisa, porque a realidade é um pouco mais cruel”, diz. Daniel concorda com a colocação do colega. “O Filipe usou um exemplo que é muito bom, a Alemanha. Lá, existem museus, existem monumentos históricos que estão lá para eles sempre lembrarem do que aconteceu. E o Brasil é totalmente o oposto disso, o Brasil tenta esconder, a gente não fala, parece que é um tabu. Existe um silêncio quando a gente fala nisso (a escravidão e suas consequências)”. Dentro do Rotaract, eles acreditam que é possível fazer um trabalho para atrair novos associados negros e fazer com que os mesmos se sintam acolhidos dentro dos clubes. “Acho que o primeiro passo é quebrar aquela imagem de que a família rotária é só para ricos, porque não é. Temos que fazer eventos mais acessíveis, mostrar que a família rotária abraça todo mundo. Nosso trabalho está aí para quebrar essa imagem”, opina Daniel. “Eu acho que nós fazemos a nossa própria representatividade, permanecendo firmes e fortes nos nossos clubes para que as pessoas de fora vejam que existem pessoas negras dentro da família rotária, existem pessoas que têm voz. Eu acredito que esse é um dos primeiros passos, a nossa visibilidade, a nossa própria permanência para que as pessoas de fora vejam que não é só branco, só rico e assim por diante”, conclui Natália.   Daniel Cerverizzo é associado do Rotaract Club de São José do Rio Preto – Inspiração Filipe Bento é associado do Rotaract Club de Ouro Preto Natália Lopes é associada do Rotaract Club de Adamantina Quem quiser entrar em contato com o grupo pode seguir sua conta no Instagram @wakandarotaria. Usando a hashtag #wakandarotaria no Twitter, você encontra as postagens já feitas sobre os debates do grupo.

Postado em 15 de Julho de 2020

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